A Argentina volta a Dallas nesta segunda-feira para enfrentar a Áustria.
Embora a partida seja disputada no moderno Cowboys Stadium, o retorno da Albiceleste a solo texano inevitavelmente revive os fantasmas da Copa do Mundo de 1994, um dos capítulos mais dolorosos da história do futebol sul-americano.
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Foi no histórico Tigela de algodão em Dallas que Diego Armando Maradona disputou sua última partida pela seleção nacional. Naquela tarde de junho, depois da vitória Nigériauma enfermeira vestida de branco entrou em campo para levar o camisa 10 pela mão para um exame antidoping, deixando para trás uma imagem icônica e trágica.
Dias depois foi confirmado o teste positivo para efedrina notícia de que nas palavras do próprio Diego “eles cortaram minhas pernas”. Aquela intervenção médica ali mesmo no campo marcou o início do fim para uma geração que sonhava com a glória eterna nos Estados Unidos.
Feridas abertas que devem cicatrizar
Hoje, o atual campeão retorna à cidade onde o mito foi destruído. Embora o cenário e os protagonistas sejam completamente diferentes, a memória da última atuação de Maradona ainda paira no ar do Texas como uma velha maldição esperando para ser eliminada.
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O confronto com a Áustria não é apenas mais um acontecimento desportivo. Para os exigentes torcedores argentinos, pisar novamente em Dallas significa fechar uma ferida que permaneceu aberta por mais de três décadas, transformando os velhos fantasmas do passado em uma nova oportunidade de triunfo.
Este artigo foi traduzido para o inglês pela Inteligência Artificial. Você pode ler a versão original em 🇪🇸 aqui.