Bem-vindo ao Morning Memory, no qual relembramos com carinho um momento precioso do passado do Bulldog.
A edição desta manhã chega até você desde 22 de setembro de 2007. Foi quando Mark Richt e #22 Georgia foram para Tuscaloosa para enfrentar #16 Alabama e o técnico do segundo ano, Nick Saban. O Vermelho e o Preto, liderados por Knowshon Moreno, Thomas Brown e um ataque rápido de alta octanagem, saltaram para uma vantagem de 10-0 e lideraram o Tide por 20-10 faltando 12:15 para o final do quarto período.
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Então as coisas ficaram desnecessária e inconvenientemente interessantes para os fãs dos Classic City Canines. O Crimson Tide desceu para um field goal para marcar um touchdown, e o Vermelho e o Preto responderam fazendo três e saindo e rebatendo de volta para os Sabanitas (eles estão na Bíblia entre os Amonitas e os Hititas, procure). O Tide então tirou o ar da bola em um ataque que terminou com o quarterback John Sarah Jessica Parker Wilson, entre todas as pessoas, correndo a 6 jardas de distância. Um ponto extra empatou, e Brandon Coutu errou o field goal de 47 jardas quando o tempo expirou e levou o jogo para a prorrogação, deixando a multidão de Tuscaloosa em frenesi.
A Geórgia venceu o sorteio e deu a bola a Bama primeiro na estrofe extra, com os Elefantes Vermelhos se contentando com uma cesta de campo.
O Tide liderou por 23-20. Toda a multidão que compareceu a Tuscaloosa e milhões de telespectadores do horário nobre sentaram-se na beirada de seus assentos. A tensão era forte o suficiente para ser cortada com uma faca. O que os analistas da ESPN Mike Patrick e Todd Blackledge teriam a dizer neste momento eletrizante? Patrick obviamente fez a pergunta que estava na cabeça de todos.
O pobre Todd Blackledge, que não era o cara mais esquivo durante seus dias de quarterback, talvez fosse ainda menos na cabine como locutor. Felizmente, Matt Stafford e Mikey Henderson o resgataram antes que ele fornecesse a Patrick uma resposta definitiva:
Os Dawgs saíram da maré 26-23. Foi um momento singular em uma temporada que teve muitos destaques. Aquele time da Geórgia iria dançar na endzone a caminho da vitória I. Jacksonville, desmaiar Auburn no Sanford Stadium e vencer o Havaí de forma tão insensata em um Sugar Bowl desequilibrado que Thom Brenamen se preocuparia em voz alta com a possibilidade de eles estarem acertando os Rainbow Warriors com muita força.
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Afirmo que os Georgia Bulldogs de 2007 teriam ganhado um título nacional se tivessem tido a chance de disputar um. Nenhuma equipe terminou o ano mais quente que a de Mark Richt. Essa seria a última vitória de Richt sobre Saban no seu mandato em Atenas. Mas, ah, que doce foi. Até mais tarde…
Vá, caramba!!!